![]() |
|
PROFESIÓN CINERO Um homem tem a seguinte missão: levar a magia do cinema para além da capital. Da década de 60, até o final dos anos 80, o trabalho de Tito Juan Vera era projetar filmes para os habitantes do interior do Paraguai. Hoje, ele e sua família já não vivem disso, mas Tito conserva muitos rolos de filmes, cartazes e equipamentos daquela época. Ele conta suas vivencias, mostra os elementos e segredos de sua arte e celebra o cinema, num papel especial. Un hombre tiene la siguiente misión: llevar la magia del cine para las afueras de la Capital. Desde la década del 60 hasta finales de los 80, es trabajo de Tito Juan Vera fue proyectar películas para los habitantes del interior paraguayo. Hoy, su familia y él ya no viven de eso, pero Tito guarda muchos rollos de películas, afiches y equipos de aquella época. Cuenta sus vivencias, muestra los materiales y secretos de su arte y celebra el cine en un papel especial. Paraguai, 2006 Hugo Gamarra Etcheverry Cineasta, produtor, roteirista e docente formado pela Universidade do Texas. Fundador da Fundação Cinemateca do Paraguai e do Festival Internacional de Cinema do Paraguai. Entre seus filmes mais importantes estão: "El secreto de la señora", e "El portón de los sueños: vida y obra de Augusto Roa Bastos". Foi co-produtor de "O toque do Oboé" de Cláudio McDowell. DIREÇÃO E ROTEIRO: Hugo Gamarra Etcheverry FOTOGRAFIA: Richard Careaga MONTAGEM: Eduardo Mora e Jorge Peralta MÚSICA: Eric Chapelle e Jorge Garbett PRODUÇÃO: Ara Films Prod e Synchro Image DURAÇÃO: 60 min. CONTATO: cinefest@pla.net.py
O CABEÇA DE COPACABANA Haroldo Soares, funcionário do Banco do Brasil, vai à praia de Copacabana com a família. Os filhos brincam de enterrá-lo na areia e ele acaba preso, ficando só com a cabeça de fora. Recusa-se a ser libertado e faz discursos sobre o país, sendo cercado por jornalistas e curiosos. Prêmio de Melhor Roteiro pelo Ministério da Cultura e Melhor Curta de Ficção no 20º Festival Internacional do Uruguai. Haroldo Soares, un empleado del Banco do Brasil, va a la playa de Copacabana con su familia. Sus hijos juegan a que lo entierran en la arena y termina sepultado, quedando solo su cabeza afuera. Se niega a que lo liberten y profiere discursos sobre el país, siendo rodeado de periodistas y curiosos. Premio de Mejor Guión por el Ministerio de Cultura y Mejor Corto de Ficción en el 20º Festival Internacional del Uruguay. Brasil, 2000 Rosane Svartman Menphis (EUA), 1971. Guionista y directora, estudió cine en la Universidade Federal Fluminense. Realizó várias producciones para la TV, cortos y videoclips. Debuta en el largometraje con “Como ser solteiro” (1997) DIREÇÃO: Rosane Svartman ROTEIRO: Rosane Svartman e Lulu Silva Telles FOTOGRAFIA: Marcelo “Guru” Duarte MONTAGEM: Tuco PRODUÇÃO: Clélia Bessa e Luís Eduardo Vidal MÚSICA: Leleo e David Villefort ELENCO: Hugo Carvana, Denise Bandeira, Ernesto Piccolo, Marcela Moura, Sabrina Rosa DURAÇÃO: 16 min |